Livro: Os Três – Sarah Lotz

Oi, tudo bem?

Eu sou a Carol, tenho 20 anos e gosto muito de ler, sempre carrego um livro comigo para emergências de tédio. Quando a Marilia me convidou para colaborar com resenhas de livros, fiquei mega feliz, já que não consigo manter um blog só meu.

Com a virada do ano, comecei a fazer um desafio do livro que tem a duração de um ano e mais ou menos 50 itens na lisa, que são:

  • Um livro com mais de 500 páginas
  • Um romance clássico
  • Um livro que virou um filme
  • Um livro publicado este ano
  • Um livro com um número no título
  • Um livro escrito por alguém com menos de 30 anos
  • Um livro com personagens não humanos
  • Um livro engraçado
  • Um livro de uma autora feminina
  • Um mistério ou thriller
  • Um livro com um título de uma palavra
  • Um livro de histórias curtas
  • Um livro que se passa em um país diferente
  • Um livro de não ficção
  • O primeiro livro de um autor popular
  • Um livro que não leu ainda de um autor que você ama
  • Um livro que recomendado por um amigo
  • Um livro ganhador do prêmio Pulitzer
  • Um livro baseado em uma história real
  • Um livro que está no final da sua lista
  • Um livro que sua mãe adora
  • Um livro que te dá medo
  • Um livro com mais de 100 anos
  • Um livro baseado inteiramente em sua capa
  • Um livro que você deveria ter lido na escola mas não leu
  • Um livro de memórias
  • Um livro que você leia em um dia
  • Um livro com antônimos no título
  • Um livro que se passa em algum lugar que você sempre quis visitar
  • Um livro que foi lançado no ano em que você nasceu
  • Um livro com uma crítica ruim
  • Uma trilogia
  • Um livro da sua infância
  • Um livro com um triângulo amoroso
  • Um livro que se passa no futuro
  • Um livro que se passa no ensino médio
  • Um livro com uma cor no título
  • Um livro que te fez chorar
  • Um livro com magia
  • Um romance gráfico
  • Um livro de um autor que você nunca leu
  • Um livro que você possui e nunca leu
  • Um livro que se passa em sua cidade natal
  • Um livro que originalmente foi escrito em outra língua
  • Um livro que se passa durante o Natal
  • Um livro de um autor com as mesmas iniciais que as suas
  • Uma peça
  • Um livro que foi proibido
  • Um livro baseado ou que se transformou em uma série de TV
  • Um livro que você começou e nunca terminou

Para o primeiro livro da lista, escolhi “Os Três” da autora Sarah Lotz (editora Arqueiro) para o item “Um livro com um número no título”.

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A história se passa em 2012 e logo nas primeiras páginas há um acidente de avião, avançando um pouco vemos que no mesmo dia aconteceream 4 acidentes de avião em 4 continentes: Europa, América, Ásia e África. Sendo que os únicos sobreviventes são três crianças dos três primeiros acidentes. As pessoas ao redor do mundo logo criam teorias para explicar o motivo de apenas três crianças terem sobrevivido a acidentes que aparentemente seria impossível sair vivo. Os fanáticos religiosos defendem que existe uma quarta criança perdida do acidente da África e que elas são os quatro cavaleiros citados na Bíblia que virão trazer o dia do juízo final para a Terra, outro grupo de pessoas acredita que as crianças na verdade foram trocadas por réplicas alienígenas que vieram estudar os humanos, entre muitas outras teorias acerca do mistério.

O que mais gostei desse livro foi a maneira que foi escrito. A autora (Sarah) criou um ‘livro’ chamado Da Queda À Conspiração da escritora fictícia Elspeth Martins. Elspeth narra os acontecimentos de 12 de janeiro de 2012 através de entrevistas realizadas com os parentes dos passageiros, médicos, detetives e todas as outras pessoas que tenham alguma ligação com a história dos acidentes e das três crianças.

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Em minha opinião, Sarah Lotz podia ter explorado melhor o lado misterioso, com acontecimentos mais macabros e ficcionais e não tanto corriqueiros, quem não está acostumado com livros mais calmos terá dificuldades em manter a atenção. O vocabulário é de fácil entendimento e a leitura flui muito bem.

Comprei achando que seria de terror, mas acabei gostando mesmo assim. Super indico para os curiosos e para quem gosta de mistérios, o final acaba surpreendendo mostrando que o livro foi muito bem pensado por uma boa autora.

Beijos e até a próxima!

 

Kobu – Piracicaba/SP

Olá pessoal, tudo bem?

Semana passada eu e o Guilherme fomos experimentar um restaurante japonês daqui de Piracicaba que chama Kobu. Este post é um pouco difícil eu fazer, pois não como peixe cru, mas adoro os pratos quentes ou até mesmo huramaki de salmão.

Já fazia um bom tempo que eu queria conhecer o Kobu, eles tem uns pratos diferentes que não tem em outros restaurantes japoneses aqui em Piracicaba ou em Americana.

Sobre o ambiente, ele fica em uma casa antiga aqui no centro de Pira. Por dentro é muito bonito e tem a opção de sentar no chão, o que achei bem bacana e cara de restaurante japonês mesmo. É difícil achar lugares que tenham isso. O atendimento também é muito bom e eles foram muito atenciosos com a gente.

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O cardápio é imenso e existe muitas variedades de pratos, mas o único problema é que o rodizio só pode ser pedido se todos na mesa optarem por ele, eu achei ruim isso, pois no meu caso que não aproveito muito de um rodizio pois não como a maioria dos pratos e como pouco, acabo tendo que pegar pois o Gui come e pra ele compensa. Mas tirando isso, é tudo muito bom e você pode pedir tudo o que tem no cardápio, não é como nos outros lugares que só pode pedir algumas coisas. Os pratos vem muito bem apresentáveis pra um rodizio e em grandes quantidades, sem contar que o hot roll deles é o melhor que já comi. Se não me engano, o rodizio sai R$70,00 por pessoa.

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Sobre os peixes cru, o Guilherme disse:”Gostei muito do carpaccio, nunca tinha experimentado ele com esse tempero, ficou muito boa a combinação de gengibre e limão. Na parte dos sashimis achei gostoso também, não estavam muito grossos e pareciam bem frescos, não gostei muito da parte do molho de pimenta nos que vem na barca, é algo diferente e creio que algumas pessoas devam gostar dessa inovação, mas eu prefiro o bom e velho uramaki/hossomaki sem cream cheese e molho de pimenta. Para mim o prato principal ficou o carpaccio e o shimeji, foram os que mais gostei.”

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Já eu gostei muito do hot roll pois veio com muito cream cheese que eu amo de paixão haha. Gostei muito do shimeji também, eles estavam bem grandes e suculentos, mas sem ficar muito molenga. Os rolinhos de huramaki com pepino estavam muito bons e achei legal que eles cortam em fatias fininhas, é mais fácil para comer. E gostei muito também do Tepan.

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KOBU Sushi Restaurantes

Rua Alferes José Caetano, 1410 – Centro – Piracicaba/SP

(19) 39272660

Facebook Kobu

Instagram: @kobusushi

Espero que tenham gostado da dica de hoje!

Beijos e até a próxima!

Fotos: Guilherme Pavan 

Zucchini – Americana/SP

Boa noite, pessoal! Tudo bem?

Sexta-feira passada eu e o Guilherme fomos conhecer outro restaurante em Americana. Desta vez nós escolhemos um com comida italiana que chama Zucchini.

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O restaurante é bem bonito, na verdade o mais bonito que já fomos até agora. Tem uma arquitetura bem moderna e uma decoração de muito bom gosto. Um lugar bom para ir com o namorado, marido ou até mesmo com a família.

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O que me deixa mais indignada com os restaurantes do interior em comparação com os de São Paulo, é o atendimento. Quando você é mais jovem e vai em restaurantes como os que postamos por aqui, rola um certo tipo de receio/preconceito dos funcionarios, não sei ao certo porque, mas não sou a unica a perceber isso, tenho amigos que dizem o mesmo. Mas de todos os lugares que fomos aqui pelo interior, nunca sentimos algum tipo de rejeição ou fomos mal tratados. O Zucchine, teve um atendimento impecável, o tratamento dos garçons que estão sempre atentos e também pela Chef que tem a preocupação de estar passando nas mesas e perguntando se está tudo ok, é nota dez.

Para os que não sabem, meu pai tem uma padaria aqui em Piracicaba e desde criança cresci ouvindo sobre funcionários, atendimento, clientes e como devemos sempre tratar bem, e com o tempo fui percebendo que muitas vezes a comida de um lugar X pode não ser tão boa quanto a do lugar Y, mas se o atendimento for muito bom, as pessoas acabam voltando.

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De entrada pedimos uma Bruschetta de Tomate Fresco com Manjericão e Lascas de Parmesão (R$15,20). Estava gostosa e eu achei bem legal o jeito que ela veio nessa tabua de madeira.

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Resolvi deixar minha Coca-Cola de lado e pedir um Cosmopolitan que é meu drink preferido, estava muuuito bom! O Gui pediu o Mojito de todo dia dele, hahaha. Não lembro os preços, desculpem.

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O meu prato foi um Talharim com Camarões e Tomates Frescos (R$55,70). Eu fiquei em duvida entre ele e um outro que era com aspargo e mascarpone, mas este fica pra próxima vez. A apresentação estava bem bonita, com esses camarões gigantes em cima, hahaha. Este prato é muito bom, apesar da massar ter passado um pouco do ponto para mim, sou chata, gosto dele beeem al dente, estava super saboroso e cheio de camarão. Pode parecer que não vem muita coisa nos pratos, mas acreditem, vem muuuuita comida, eu nem consegui comer tudo, o prato é bem fundo e engana na primeira vista. Muito bom, indico este para os amantes de macarrão e camarão!

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O Gui pediu um Risoto de Camarão (R$53,00) que de longe é o risoto mais gostoso que já experimentei. Eu peguei um pouco e tava muito saboroso, com bastante camarão. Ele amou, comeu tudo, haha.

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Eu gostei muito das sobremesas, queria ter experimentado todas, mas resolvi escolher esse Verrine de Framboesa com Mascarpone e Pranilé de Amendoas (R$23,30). Eu adoro mascarpone e esta sobremesa estava dos deuses, não é muito doce e o azedinho da framboesa quebra um pouco o chocolate, do jeito que gosto. ❤

Se você mora em Americana e região e ainda não foi no Zucchine, não sabe o que esta perdendo.

Zucchini Restaurante

Rua Marechal Deodoro, 169 – Centro – Americana/SP

(19) 3645-1300

Site ZucchiniFacebook Zucchini

Instagram: @zucchini_restaurante

 

Beijos e até mais!

Marilices na Cozinha #01 – Bolo de Cenoura

Olááááá, pessoal! Tudo bem com vocês?

Eu estava muito ansiosa para fazer este post, pois agora é real, o Marilices na Cozinha tem vídeo no Youtube! EEE *todos vibram* haha

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E para começar bem, o primeiro vídeo é de um bolo de cenoura com laranja, super gostoso e fácil de fazer.

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Eu quis fazer uma receita um pouco diferente do que estamos acostumados a comer. Preferi usar a cenoura ralada, ao invés de bater no liquidificador e também coloquei umas laranjas para dar um mix de sabores, era para eu ter feito a calda com açúcar de confeiteiro mããs, a pessoa inteligente não olhou no armário e por conta deduziu que não tinha, daí fiz de chocolate mesmo, que também é uma delicia e combina tanto com cenoura como com laranja.

Tá ansioso para ver como faz? É só clicar no vídeo a baixo. Não esqueçam de se inscrever no canal e curtir o vídeo.

Aqui estão os ingredientes, caso tenha ficado muito rápido para ver.

Ingredientes Bolo:

– 1/2 xícara de óleo

– 2 1/2 xícaras de farinha de trigo

– 2 xícaras de açúcar

– 1 colher de chá de fermanto

– 3 ovos

– 2 ou 3 cenouras

– 1 laranja

Ingredientes Cobertura:

– 1 xícara de açúcar

– 3 colheres de sopa de leite

– 1 colher de sopa de manteiga

– 1 colher de sopa de chocolate em pó

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Espero que tenham gostado da receita e do vídeo. Qualquer sugestão e critica construtiva são bem vindas! Peço desculpas caso algo não tenha sido bem explicado, ainda é meu primeiro vídeo, prometo melhorar mais nos outros. ❤

Beijão e até a próxima!

Exposição Ron Mueck + Serafina Itaim Bibi – São Paulo/SP

Olá pessoal, tudo bem? Espero que tenham passado o final de semana bem.

Bora escrever este post pela segunda vez, já que na primeira, minha cachorra apagou, sim, ela fez isso. #chateada

Sexta-feira retrasada (02.01), eu e o Gui fomos pra São Paulo na exposição do Ron Mueck que está rolando lá na Pinacoteca. Ela começou no final de novembro, mas só fomos agora e acreditem estava muito cheia, pra vocês terem idéia, nós chegamos era 12:40 e fomos entrar era 16:00 horas. Confesso que senti muita vontade de desistir, tava um sol forte e muito calor, sem contar que não tinha lugar pra sentar, mas ainda bem que não fiz isso, pois valeu cada minuto/hora de espera.

Teve alguns pontos negativos que achei na exposição. Primeiro que estava tendo outras exposições lá e se você fosse para vê-las, teria que enfrentar a fila de 4 horas. Segundo, a disposição das obras de arte ficaram sem nexo, pois umas ficam na parte de cima e outras na parte de baixo, perdendo um pouco o foco. E terceiro é que eles deviam sim por uns bancos lá fora, pois muitas mães vão com crianças e poxa, você carregar 4 horas de pé uma criança de 3 anos, não é fácil. Bom, bora ver o que interessa, as fotos.

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Essa é a obra que eu mais fiquei em choque, é muito real.

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Muitas obras, como esta da mulher com o bebe, são pequenas. Eu achava que eram de tamanho real, mas não, parece um anão. Elas ficam em cima de uns cubos, mas são super realistas também. Não tem só estas obras, se quiserem ver mais, vão ter que ir na exposição, hahaha

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Este segundo andar dá para ver um jardim lindo e tem uma exposição legal sobre a história do Brasil.

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Depois da exposição fomos almoçar em um restaurante que é uma rede e tem no mundo todo, chama Serafina, é de comida italiana e em São Paulo tem no Itaim Bibi e no Jardins.

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O restaurante é bonito, bem decorado, mas não fomos muito bem atendidos. Não sei se foi porque fomos os primeiros a chegar ou por algum outro motivo. 

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O Gui adorou este Mojito.

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De entrada pedimos esta Bruschetta que apesar de ser simples, estava muito saborosa e gostosa.

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Bom, eu escolhi como prato principal o “Gnocchi Di Mama” (não lembro o valor certo, mas era uns R$58,00) que na descrição do cardápio dizia ser gnocchi fresco. Infelizmente, não gostei do meu prato em partes e eu acho que o intuito do blog é falar para vocês a verdade e não elogiar o que não gostei, por isso, se você gosta do restaurante e deste prato, não se sinta ofendido, afinal, gosto para comida é algo muito pessoal. A razão de eu não ter gostado deste prato é que o gnocchi parecia aqueles comprados no mercado, que você come em selfie-service. Algo totalmente industrializado e sem nenhum sabor de caseiro. Acredito que este seja o maior problemas das redes de restaurantes grandes, as comidas parecem sempre congeladas e sem graça. E o que me deixa chateada é que não é um prato barato e muito menos de um restaurante qualquer, mas isto é minha opinião. Para não dizer que não gostei totalmente do prato, o molho estava muito saboroso.

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O Guilherme pediu um macarrão com camarão e molho vermelho (não lembro o nome do prato e nem o valor exato, mas era em torno de R$66,00). Ele gostou e falou que estava saboroso, eu não experimentei, então não posso opinar, mas esteticamente falando, não achei muito bonito.

Infelizmente este restaurante não passou no teste de qualidade do Marilices, mas indico mesmo assim, pois a Bruschetta era muito gostosa e bom, gosto é gosto né!?

 

Endereço Exposição Ron Mueck:

Praça da Luz, 2 – Luz, São Paulo-SP

Telefone: (11) 3324-1000

Horário: Terça a Domingo das 10h as 20h – Quinta das 10h às 22:00h

Data: Até o dia 22 de Fevereiro.

Valor:  R$3,00 meia/R$6,00 inteira.

http://www.pinacoteca.org.br/

Endereço Serafina:

Rua Pedroso Alvarenga, 1051 – Itaim Bibi, São Paulo/SP

Alameda Lorena, 1705B – Jardins, São Paulo/SP

http://www.serafinarestaurante.com.br/

 

Beijos e até a próxima!

 

 

 

 

 

 

Lá do Divino – Águas de São Pedro/SP

Bom dia, pessoal!

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Domingo eu e Guilherme fomos no Lá do Divino, um restaurante que fica em Águas de São Pedro, um município aqui perto de Piracicaba. Quem nunca foi pra Águas, tem que ir, é um lugar super gostoso pra ir com a família, passar o final de semana ou almoçar no domingo.

É a segunda vez que vamos lá e de longe já ficou meu restaurante preferido. A comida lá é feita com produtos frescos e o  gnocchi é o melhor que já comi, depois do da minha mãe, claro, haha. Fora as sobremesas deliciosas que eles tem também, enfim, sou apaixonada pelos pratos, lugar e atendimento, tudo muito feito com carinho e amor.

O restaurante é bem pequeno, fica junto com uma loja de produtos de decoração, é um ambiente bem rustico, com tijolos a vista, mesas de madeira, tudo muito bem decorado e aconchegante. O único problema por ser pequeno é que se você chegar em horários que lotam, você provavelmente vai ter que esperar. Eles não trabalham com reservas mas você pode deixar o número do seu telefone e eles te ligam quando tiver lugar. ❤

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A primeira vez que fomos eu pedi um macarrão muuuuuuito gostoso que vem frutos do mar, com MUITO camarão, lula, marisco e tals, mas não lembro o nome, mas era bom, dica pra quem gosta de frutos do mar.

Desta vez nós ficamos mil anos escolhendo o prato, daí resolvemos pedir uma entrada enquanto não decidíamos e pra variar fomos de “Bruschetta de Tomate” (R$26,00) que estava muito gostosa e saborosa.

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Guilhermina tendo duvidas na escolha do prato, pra no final escolher a mesma coisa da outra vez, ahahaha. ❤

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Desta vez eu escolhi este “Gnocchi Ragú de Rabada” (R$58,00). Confesso que fiquei muito apreensiva e na duvida em escolher ele, porque minha mãe sempre fez rabada mas eu nunca fui muito com a cara, mas prometi que este ano comeria coisas novas e sairia da zona de conforto e não é que gostei? Na hora que o prato veio, veio junto com ele um cheiro maravilhoso, mas não é um prato que pediria de novo porque não sou muito fã de carne, mas achei muito saborasa a carne e o molho e poxa, o gnocchi, estava divino! Fez jus ao nome do restaurante. Se você é um fã de rabada, por favor, pede este prato.

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O Gui pediu o “Rato da Casa” (R$66,00). É um gnocchi com molho béchamel, gorgonzola, lascas de parmesão e filé mignon. A carne eu não experimentei mas o resto estava muito delicioso e pra ele pedir de novo é porque gostou mesmo.

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Não bastando ter comido todos estes pratos nós pedimos uma sobremesa, que sério, é muito boa! Eu sou muito chata para sobremesa de restaurantes, é raro as que gosto ou que me despertam a vontade de experimentar, mas esta “Pérola Negra” (R$22,00) é sensacional. A base dela é um churros, sorvete de creme e brigadeiro de ovo maltine, nem preciso mais descrever, já dá pra imaginar como é sensacional!  ❤

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E este foi nosso domingo gordo e delicioso. Espero que tenham gostado!

Se vocês gostam de ser torturados como eu, sigam a página deles no Facebook e no Instagram e vejam cada delícia que eles postam.

Endereço Lá do Divino

Avenida Carlos Mauro, nº 396 – Águas de São Pedro/SP

Telefone (19) 3482-2667

http://www.ladodivino.com.br/

https://www.facebook.com/ladodivino

Instagram: @ladodivino

Beijos e até a próxima!

Viva La Buschetta!

Primeiramente, quero desejar a todos um ótimo ano, cheio de realizações, paz, luz e felicidade. Espero muito que o blog cresça este ano e que vocês continuem sempre acompanhando e gostando. Vocês, leitores, são muito importantes para mim! ❤

Esta semana que passou eu comi muita Bruschetta. É algo que sempre gostei, mas que não tinha o costume de estar comendo, mesmo minha família sendo italiana.

Eu sou muito curiosa e sempre quero saber a origem dos pratos, alimentos, etc. Achei a história deste antepasto muito interessante e quis compartilhar com vocês.

A Bruschetta é muito mais antiga do que pode-se pensar. Foi na época Etrusca (povos que ocuparam o norte da península itálica e que tiveram ligações com a cultura romana) em que ela foi inventada. Eles pegavam os pães do dia seguinte, esfregavam alho e colocavam azeite. Seu nome é derivado da palavra “bruscato” que significa torrado ou Fatunta, como é chamada na toscana e que significa “pão untado”.

Dizem que os ingredientes mais importante para fazer a Bruschetta é o azeite de oliva extra virgem italiano, depois vem bons tomates cortados em tamanhos bem pequenos, sal e ervas como orégano e manjericão.

Cada lugar da Itália serve as bruschettas de um jeito. Enquanto a receita original é apenas pão, alho e azeite, em Nápoles por exemplo, é servido com tomates. Na Calária é colocado pimenta e orégano e em muitas partes da Toscana são servidas com prosciutto, fígado de frango e linguiça fresca. São vistas também versões com abobrinha, berinjela, cogumelos, pimentões e queijos polvilhados em cima ou espalhados pelo pão.

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Foto extraida da internet

Os italianos se orgulham muito de ter esta entrada em sua culinário e não é para menos, além de ser delicioso, é fácil de fazer e muito versátil em questão de criação de sabores.

Quero fazer neste final de semana algumas receitas de Bruschettas e se ficar bom, posto aqui para vocês.

Espero que tenham gostado de saber um pouco sobre este antepasto tão gostoso e apreciado por todas as culturas, especialmente por nós brasileiros.

Um beijão e até a próxima!